O cinema ficcional de Líbero Luxardo

Produções ficcionais são caracterizadas por uma narrativa imaginária ou para redefinir obras de arte criadas a partir da imaginação.

E é sobre a atuação do cineasta Líbero Luxardo nesse gênero cinematográfico que o Escurinho do Cinema conversa com pesquisador Advaldo Castro Neto.

Mestre em Artes pela Universidade Federal do Pará, ele desenvolveu a dissertação “O cinema Ficcional de Líbero Luxardo”.

No bate papo, o professor aponta alguns aspectos da pesquisa como o estudo das representações cinematográficas de Líbero Luxardo em três produções: Um dia Qualquer, Marajó: Barreira do Mar e Brutos Inocentes, realizadas na Amazônia paraense entre os anos 60 e 70.

Na pesquisa, Advaldo Castro Neto analisa aspectos como cenas, contexto, linguagem cinematográfica e ainda características e intertextualidade com a literatura, desenho e canção popular, além da importância do cineasta para a história de Belém.

O desconhecimento da história do cinema paraense, a produção ficcional cinematográfica e a crítica dos cinéfilos da época também estão na pauta desta edição do Escurinho do Cinema.

Texto: Graziela Ferreira
Apresentação, produção e gravação: Joel Cardoso
Montagem: Eder Monteiro
Supervisão: Elissandra Batista e Fabrício Quieroz

Exibição: Sábado, às 17h
Horários alternativos: domingo, às 20h; terça-feira, às 17h; e quinta-feira, às 14h

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