Cametá: a beira do imaginário popular

Aos 95 anos, a aposentada Iolanda Braga relembra o dia em que a erosão derrubou a rua em que morava, na cidade de Cametá, no nordeste paraense: “Eu vinha da missa e entrei. Não tinha sinal nenhum de queda, quando os meninos começaram ‘mamãe, tá caindo a terra’”. O fenômeno da erosão em Cametá intriga … Ler mais