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 O projeto Captação de Doadores da Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa) específico para hospitais públicos chega na Unidade João de Barros Barreto (UJBB) nesta terça-feira, dia 20, das 8h às 17h, na Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon) do hospital. Neste dia o Barros Barreto fica de portas abertas para que pessoas de dentro e fora do hospital possam fazer doações. Segundo Rian Gomes, assistente social da Fundação Hemopa, o objetivo da campanha externa da instituição é conseguir maior número possível de doadores para o Banco de Sangue do próprio Barros Barreto. Além disso, a ação visa cadastro de doação de medula óssea para o Hemopa.  O Barros faz parte do Complexo Hospitalar da Universidade Federal do Pará (UFPA)/Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) e está localizado na Rua dos Mundurucus, 4.487, no bairro do Guamá, em Belém.  

Rian Gomes informa que para o dia de campanha a meta é ousada, porém necessária, pois existe somente uma forma de salva vidas das pessoas que precisam de sangue: doando sangue. "Queremos alcançar 100 bolsas de sangue e 30 cadastros de doações de medula óssea. Quem não poder doar sangue pode fazer o cadastro de medula óssea. Ou fazer ambos no mesmo dia. Sabemos que não é tarefa fácil, mas acreditamos que com a participação de todos os trabalhadores e da sociedade em geral vamos conseguir. Um hospital dessa magnitude precisa de maior quantidade de sangue possível. Na ação de campanha as doações recebem o código do hospital e elas aparecem como sendo doações feitas do Hemopa para o Barros Barreto", explica Gomes.

O Hemopa encaminha para os pacientes do Barros Barreto de 200 a 350 bolsas de sangue por mês, e o Ministério da Saúde preconiza que o hospital tem que repor pelo menos 50% das bolsas. Em março deste ano, a média de reposição estava entre 27% e 31%. Para reforçar o quadro de doadores e realizar trabalho interno de captação, o Barros oficializou a criação da Comissão de Captação de Sangue e desenvolve o Plano de Captação Hospitalar. O Bettina Ferro de Souza, que também pertence ao Complexo, já possui a sua. A Superintendência do Complexo visa unificar os trabalhos e estuda a possibilidade de criar somente uma comissão para todo o Complexo Hospitalar da UFPA/Ebserh.

"O ideal é os hospitais construírem o Grupo de Trabalho de Doação de Sangue, para que possamos manter essa política de campanha com regularidade e garantirmos sempre sangue o suficiente e de qualidade para todos os pacientes", ressalta o assistente social da Fundação Hemopa.

Parceria - Segundo Elizabeth Pereira, chefa do Setor de Apoio Terapêutico e  coordenadora da campanha no Barros Barreto, a parceria com a Fundação Hemopa é importante para o hospital, principalmente porque o Barros habilitou sua Unidade de Alta Complexidade em Oncologia pelo Ministério da Saúde, por meio da Portaria nº 852, de 8 de maio deste ano.

"Todos sabemos que os pacientes oncológicos necessitam muito de sangue, então temos que reagir mais em busca de doadores e pessoas que possam colaborar com a campanha e serem também doadores permanentes para o hospital. Sabemos que estamos em déficit com o Hemopa e atuamos no resgate do GT de Captação de Doadores de Sangue, para melhorarmos essa política", diz.

Ainda segundo ela, o hospital já começa a avançar nessa iniciativa a partir da semana que vem junto aos pacientes. "Contamos com fluxo de captação pronto e, no momento da admissão no hospital, todos os usuários vão receber formulários de solicitação de captação de doadores, sendo três a cinco por internação. Claro que isso não é uma exigência, mas uma questão de sensibilização, então, vamos pedir o apoio dessas pessoas para garantirmos nosso Banco de Sangue", esclarece a coordenadora da campanha no Barros Barreto.

Na manhã do último dia 12, gestores do Barros Barreto e equipe da Fundação Hemopa estiveram reunidos para conhecer melhor o projeto Captação de Doadores da Fundação e detalhar sobre as ações de mobilização que ocorrem antes e no dia da campanha no hospital.

Quem pode doar sangue – No dia da campanha podem doar sangue pessoas com boa saúde, acima de 18 anos, de preferência, e peso maior que 50 quilos. Não ter feito vacina contra a gripe, dengue, zika, chikungunya e febre amarela nos últimos 30 dias. É necessário portar um dos documentos original com foto (RG, CNH ou Carteira Profissional). Não precisa estar em jejum. O doador deve estar bem alimentado. O Hemopa espera por doação também na travessa Padre Eutíquio, 2.109. Funcionamento para coleta acontece de segunda a sexta, das 7h30 às 18h, e aos sábados, das 7h30 às 17h. Mais informações: 08002808118, de segunda a sábado, das 8h às 18h.

Quem pode doar medula óssea - Para se tornar um doador de medula óssea é necessário ter entre 18 e 55 anos de idade; estar em bom estado geral de saúde; não ter doença infecciosa ou incapacitante; não apresentar doença neoplásica (câncer), hematológica (do sangue) ou do sistema imunológico e algumas complicações de saúde não são impeditivas para doação, sendo analisado caso a caso.

Texto : Cleide Magalhães – Ascom do Complexo Hospitalar da UFPA/Ebserh.

 

 O projeto Captação de Doadores da Fundação Centro de Hemoterapia e Hematologia do Pará (Hemopa) específico para hospitais públicos chega na Unidade João de Barros Barreto (UJBB) nesta terça-feira, dia 20, das 8h às 17h, na Unidade de Alta Complexidade em Oncologia (Unacon) do hospital. Neste dia o Barros Barreto fica de portas abertas para que pessoas de dentro e fora do hospital possam fazer doações. Segundo Rian Gomes, assistente social da Fundação Hemopa, o objetivo da campanha externa da instituição é conseguir maior número possível de doadores para o Banco de Sangue do próprio Barros Barreto. Além disso, a ação visa cadastro de doação de medula óssea para o Hemopa.  O Barros faz parte do Complexo Hospitalar da Universidade Federal do Pará (UFPA)/Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) e está localizado na Rua dos Mundurucus, 4.487, no bairro do Guamá, em Belém.  

Rian Gomes informa que para o dia de campanha a meta é ousada, porém necessária, pois existe somente uma forma de salva vidas das pessoas que precisam de sangue: doando sangue. "Queremos alcançar 100 bolsas de sangue e 30 cadastros de doações de medula óssea. Quem não poder doar sangue pode fazer o cadastro de medula óssea. Ou fazer ambos no mesmo dia. Sabemos que não é tarefa fácil, mas acreditamos que com a participação de todos os trabalhadores e da sociedade em geral vamos conseguir. Um hospital dessa magnitude precisa de maior quantidade de sangue possível. Na ação de campanha as doações recebem o código do hospital e elas aparecem como sendo doações feitas do Hemopa para o Barros Barreto", explica Gomes.

O Hemopa encaminha para os pacientes do Barros Barreto de 200 a 350 bolsas de sangue por mês, e o Ministério da Saúde preconiza que o hospital tem que repor pelo menos 50% das bolsas. Em março deste ano, a média de reposição estava entre 27% e 31%. Para reforçar o quadro de doadores e realizar trabalho interno de captação, o Barros oficializou a criação da Comissão de Captação de Sangue e desenvolve o Plano de Captação Hospitalar. O Bettina Ferro de Souza, que também pertence ao Complexo, já possui a sua. A Superintendência do Complexo visa unificar os trabalhos e estuda a possibilidade de criar somente uma comissão para todo o Complexo Hospitalar da UFPA/Ebserh.

"O ideal é os hospitais construírem o Grupo de Trabalho de Doação de Sangue, para que possamos manter essa política de campanha com regularidade e garantirmos sempre sangue o suficiente e de qualidade para todos os pacientes", ressalta o assistente social da Fundação Hemopa.

Parceria - Segundo Elizabeth Pereira, chefa do Setor de Apoio Terapêutico e  coordenadora da campanha no Barros Barreto, a parceria com a Fundação Hemopa é importante para o hospital, principalmente porque o Barros habilitou sua Unidade de Alta Complexidade em Oncologia pelo Ministério da Saúde, por meio da Portaria nº 852, de 8 de maio deste ano.

"Todos sabemos que os pacientes oncológicos necessitam muito de sangue, então temos que reagir mais em busca de doadores e pessoas que possam colaborar com a campanha e serem também doadores permanentes para o hospital. Sabemos que estamos em déficit com o Hemopa e atuamos no resgate do GT de Captação de Doadores de Sangue, para melhorarmos essa política", diz.

Ainda segundo ela, o hospital já começa a avançar nessa iniciativa a partir da semana que vem junto aos pacientes. "Contamos com fluxo de captação pronto e, no momento da admissão no hospital, todos os usuários vão receber formulários de solicitação de captação de doadores, sendo três a cinco por internação. Claro que isso não é uma exigência, mas uma questão de sensibilização, então, vamos pedir o apoio dessas pessoas para garantirmos nosso Banco de Sangue", esclarece a coordenadora da campanha no Barros Barreto.

Na manhã do último dia 12, gestores do Barros Barreto e equipe da Fundação Hemopa estiveram reunidos para conhecer melhor o projeto Captação de Doadores da Fundação e detalhar sobre as ações de mobilização que ocorrem antes e no dia da campanha no hospital.

Quem pode doar sangue – No dia da campanha podem doar sangue pessoas com boa saúde, acima de 18 anos, de preferência, e peso maior que 50 quilos. Não ter feito vacina contra a gripe, dengue, zika, chikungunya e febre amarela nos últimos 30 dias. É necessário portar um dos documentos original com foto (RG, CNH ou Carteira Profissional). Não precisa estar em jejum. O doador deve estar bem alimentado. O Hemopa espera por doação também na travessa Padre Eutíquio, 2.109. Funcionamento para coleta acontece de segunda a sexta, das 7h30 às 18h, e aos sábados, das 7h30 às 17h. Mais informações: 08002808118, de segunda a sábado, das 8h às 18h.

Quem pode doar medula óssea - Para se tornar um doador de medula óssea é necessário ter entre 18 e 55 anos de idade; estar em bom estado geral de saúde; não ter doença infecciosa ou incapacitante; não apresentar doença neoplásica (câncer), hematológica (do sangue) ou do sistema imunológico e algumas complicações de saúde não são impeditivas para doação, sendo analisado caso a caso.

Texto : Cleide Magalhães – Ascom do Complexo Hospitalar da UFPA/Ebserh.

 

A Biblioteca Central (BC) da UFPA promoverá no dia 14 de junho, o treinamento para a utilização do Portal de Periódicos da Capes com o objetivo de divulgar e levar conhecimento à comunidade acadêmica sobre o acesso às bases de dados e aos recursos de pesquisa que são oferecidos pelo portal, bem como divulgar as atualizações, esclarecer dúvidas e receber sugestões dos usuários. O curso será ministrado pelas bibliotecárias Carmecy Ferreira de Muniz e Maria de Lourdes Costa, representantes do Portal na Região Norte.

O treinamento ocorrerá no dia 14 de junho, no horário da manhã das 9h às 12h e à tarde, das 15h às 18h, no auditório da BC, é aberto ao público, com direito à certificado de 3h.

Mais informações

Telefones: (91) 3201-7362 E-mails: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo. e O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

 “Marca Amazônia: O marketing da Floresta.” 

A Amazônia é conhecida e cobiçada por seus bens naturais, mas atualmente também é usada como valor simbólico. Em nível global, a Amazônia se converteu em uma marca agregada a produtos e serviços, sob o discurso do desenvolvimento sustentável. 

“O fato de agregar a um produto ou serviço, o nome Amazônia ou Amazon, como é bastante usado também, remete a ideia imaginária mitológica, da riqueza, da floresta da Amazônia, e faz com que esse valor real seja agregado ao produto que usa o nome como um valor simbólico. Então cria um ativo como se fosse uma marca. Na verdade é diferente um pouco porquê a marca Amazônia não é um produto, mas ela usa o termo Amazônia pra conferir esse valor aos produtos,” explica o professor Otacílio Amaral.

Essa é a temática do livro “Marca Amazônia: O marketing da Floresta.” A obra é fruto da tese de doutorado intitulada “A Marca Amazônia: uma promessa publicitária para fidelização de consumidores globais”. O trabalho, orientada por João de Jesus Paes Loureiro, foi defendido em 2008 pelo professor e pesquisador da Faculdade de Comunicação da UFPA, Otacílo Amaral Filho.


Formado em Publicidade e Propaganda e em Jornalismo, Otacílio atua também no Programa de Pós-Graduação em Comunicação, Cultura e Amazônia. Ele desenvolve pesquisas e leciona na área de mídia e política e cultura, analisando em especial o espetáculo contemporâneo, com destaque para as manifestações culturais na região.

O livro “Marca Amazônia: O marketing da floresta” vai ser lançado neste domingo, 04 de junho, às 17 horas, no espaço do autor, da vigésima primeira Feira Pan-Amazônica do Livro, no Hangar Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, em Belém.

“Para o leitor é uma possibilidade de entrar também nesse mundo ligado à publicidade, à marca e ao marketing a partir da Amazônia. Então eu convido todos a chegarem lá na feira do livro para compartilharem com a gente o lançamento dessa obra”, convida o autor. 

Serviço: Lançamento do livro “Marca Amazônia: O marketing da floresta”

Data: 04 de junho, às 17 horas.

Local: Espaço do autor, da XXI Feira Pan-Amazônica do Livro, no Hangar Centro de Convenções e Feiras da Amazônia, em Belém. 

A Universidade Federal do Pará, por meio do Laboratório Cidades na Amazônia (Labcam) da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo (FAU-UFPA), promove no próximo dia 2 de junho, sexta-feira, das 9 às 12 horas, no auditório do Instituto de Ciências Jurídicas (ICJ), localizado no Campus Profissional da instituição federal de ensino, o debate sobre “A Medida Provisória 759/2016 e os seus desdobramentos para as áreas urbanas e rurais da Amazônia”. O debate é promovido em parceria com o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Pará (CAU-PA), e tem o apoio do Instituto Brasileiro de Direito Urbanístico (IBDU). 

Participam da mesa de abertura do evento Adolfo Maia, presidente do CAU-Pará, e o professor José Júlio Lima, coordenador do Laboratório Cidades na Amazônia (Labcam). O painel sobre os desdobramentos da polêmica Medida Provisória 759/2016 nas áreas urbanas e rurais da Amazônia será coordenado pela professora Roberta Rodrigues, também pesquisadora do Labcam, e terá a participação da advogada Rosane Tierno, do IBDU, especialista em regularização fundiária e do professor José Heder Benatti, da Faculdade de Direito da UFPA.

HISTÓRICO - Publicada pelo governo federal na noite do dia 22 de dezembro de 2016, dispõe sobre a regularização fundiária rural e urbana, sobre a liquidação de créditos concedidos aos assentados da reforma agrária e sobre a regularização fundiária no âmbito da Amazônia Legal, instituindo mecanismos para aprimorar a eficiência dos procedimentos de alienação de imóveis da União, e dá outras providências. A Medida Provisória também propõe atualizar as Leis nº 8.629/1993 e nº 11.952/2009, que tratam da reforma agrária e regularização das ocupações em Estados da Amazônia pelo Programa Terra Legal, através de extensa atualização sobre a regularização fundiária urbana (Reurb), incluindo disposições gerais, regularização fundiária urbana em áreas da União, legitimados para requerer a regularização fundiária urbana, legitimação fundiária e legitimação de posse – a instituição do direito de laje como direito real – acréscimo do art. 1510-A ao Código Civil.

A medida fixa, ainda, diretrizes para o processo administrativo de regularização fundiária urbana nos municípios, arrecadação dos imóveis abandonados e, por fim, institui mecanismos para aprimorar a eficiência dos procedimentos de alienação de imóveis da União. Segundo dados do Departamento de Assuntos Fundiários Urbanos do Ministério das Cidades, entre 40% e 70% da população urbana nas grandes cidades brasileiras vivem em imóveis informais. Estima-se que mais de 50% dos domicílios urbanos possuam alguma irregularidade fundiária. Sob esse contexto, o governo federal, por meio da Medida Provisória 759/2016, propõe alterações na política de regularização fundiária urbana e rural, propondo medidas que buscam agilizar e desburocratizar os procedimentos necessários.

CONTRAPONTO - Desde a sua edição, no entanto, a medida provisória gerou muita controvérsia. Especialistas, arquitetos, urbanistas, ambientalistas, organizações não governamentais, centrais sindicais, parlamentares de oposição  e movimentos populares questionam a maneira unilateral com que se deu a edição da medida provisória, sem consulta pública às populações atingidas, sem qualquer diálogo com os diversos segmentos que compõem o Conselho Nacional das Cidades, bem como o Ministério Público e a Defensoria Pública, sem ouvir os movimentos sociais, nem profissionais multidisciplinares da União, Estados e Municípios que trabalham com as políticas de regularização fundiária rural e urbana no Brasil para beneficiar milhares de famílias.

Diversos segmentos institucionais e populares denunciam, também, que a MP 759/2016 apresenta várias inconstitucionalidades, já que altera todo um arcabouço jurídico construído nos últimos anos com a participação da sociedade. Além disso, é consenso no debate nacional que a medida é uma ameaça à Política Nacional de Reforma Agrária, anistia desmatadores e grileiros na Amazônia, facilita a privatização em massa do patrimônio da União, podendo aprofundar a concentração fundiária e promover a anistia a loteamentos e condomínios irregulares de alto padrão.

DEBATE - No último dia 24 de maio, o Plenário da Câmara dos Deputados aprovou a Medida Provisória 759/16, revogando as regras atuais contidas na Lei nº 11.977/09. A matéria precisa ser votada ainda pelo Senado até o dia 1º de junho. Se isso não acontecer até esta data, ela perde a validade. No entanto, se for aprovada pelo Senado Federal, segue para sanção presidencial. Neste contexto, a professora Roberta Rodrigues, da FAU UFPA, destaca a importância do debate. “A Medida Provisória tem gerado debates em todo o Brasil e no caso da Amazônia, as consequências podem ser muito amplas. Não podemos deixar de discutir esse tema. Esperamos gerar subsídios tanto para a ação de instituições que lidam com a regularização fundiária urbana e rural na Amazônia, quanto para a academia e para as comunidades”, finaliza. 

Serviço: 

Debate: “A Medida Provisória 759/2016 e os seus desdobramentos para as áreas urbanas e rurais da Amazônia Legal”

Data: 2 de junho.
Hora: 9h às 12h
Local: Auditório do Instituto de Ciências Jurídicas, Campus Profissional, UFPA - Guamá.
Inscrições: As inscrições são gratuitas e podem ser feitas na página do Facebook do LABCAM.   

Texto Kid Reis - MTB. 15.633 - SP – SP