{"id":3094,"date":"2017-12-07T12:54:31","date_gmt":"2017-12-07T14:54:31","guid":{"rendered":"http:\/\/radio.ufpa.br\/?p=3094"},"modified":"2023-12-18T15:35:59","modified_gmt":"2023-12-18T18:35:59","slug":"tucunduba-o-rio-fragmentado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/radio.ufpa.br\/index.php\/ufpa-noticias\/tucunduba-o-rio-fragmentado\/","title":{"rendered":"Tucunduba, o rio fragmentado"},"content":{"rendered":"<!--[if lt IE 9]><script>document.createElement('audio');<\/script><![endif]-->\n\t<div class=\"wp-playlist wp-audio-playlist wp-playlist-light\">\n\t\t\t<div class=\"wp-playlist-current-item\"><\/div>\n\t\t<audio controls=\"controls\" preload=\"none\" width=\"1178\"\n\t\t\t><\/audio>\n\t<div class=\"wp-playlist-next\"><\/div>\n\t<div class=\"wp-playlist-prev\"><\/div>\n\t<noscript>\n\t<ol>\n\t\t<li><a href='https:\/\/radio.ufpa.br\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/UFPA%20NOTICIAS%20-%20EXPEDI\u00c7\u00c3O%20TUCUNDUBA.mp3'>Expedi\u00e7\u00e3o Tucunduba<\/a><\/li>\t<\/ol>\n\t<\/noscript>\n\t<script type=\"application\/json\" class=\"wp-playlist-script\">{\"type\":\"audio\",\"tracklist\":true,\"tracknumbers\":true,\"images\":true,\"artists\":true,\"tracks\":[{\"src\":\"https:\\\/\\\/radio.ufpa.br\\\/wp-content\\\/uploads\\\/2017\\\/12\\\/UFPA NOTICIAS - EXPEDI\\u00c7\\u00c3O TUCUNDUBA.mp3\",\"type\":\"audio\\\/mpeg\",\"title\":\"Expedi\\u00e7\\u00e3o Tucunduba\",\"caption\":\"\",\"description\":\"\\\"UFPA NOTICIAS - EXPEDI\\u00c7\\u00c3O TUCUNDUBA\\\".\",\"meta\":{\"artist\":\"R\\u00c1DIO WEB UFPA\",\"album\":\"UFPA Not\\u00edcias\"},\"image\":{\"src\":\"https:\\\/\\\/radio.ufpa.br\\\/wp-includes\\\/images\\\/media\\\/audio.svg\",\"width\":48,\"height\":64},\"thumb\":{\"src\":\"https:\\\/\\\/radio.ufpa.br\\\/wp-includes\\\/images\\\/media\\\/audio.svg\",\"width\":48,\"height\":64}}]}<\/script>\n<\/div>\n\t\n<p>A import\u00e2ncia do rio Tucunduba \u2013 ou igarap\u00e9, como \u00e9 conhecido afetivamente \u2013 pode ser medida pela quantidade de moradias que ocupam as suas margens. \u00c9 f\u00e1cil entender o motivo: grandes cidades surgem ao redor de rios.<\/p>\n<p>Eles s\u00e3o fundamentais para diversas atividades humanas, como o transporte, a alimenta\u00e7\u00e3o, o abastecimento de \u00e1gua, o lazer. Mas alguns rios perdem a capacidade de oferecer esses recursos por causa da interfer\u00eancia humana.<\/p>\n<p>Foi o que aconteceu com o Tucunduba, em um longo processo que envolve ocupa\u00e7\u00e3o desordenada e omiss\u00e3o do poder p\u00fablico. Situa\u00e7\u00f5es que o transformaram em dep\u00f3sito de lixo e esgoto.<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" alignright\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/radio.ufpa.br\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/1.jpg?resize=401%2C267&#038;ssl=1\" width=\"401\" height=\"267\" \/><\/p>\n<p><strong>Ame o Tucunduba <\/strong>&#8211; A atual realidade do rio Tucunduba motivou a cria\u00e7\u00e3o do projeto de extens\u00e3o da UFPA: <strong>\u201cPr\u00e1ticas Vivenciais para o Reconhecimento de Bacias Hidrogr\u00e1ficas Urbanas\u201d,<\/strong> realizado em parceria com a <strong>ONG Ame o Tucunduba.<\/strong><\/p>\n<p>Criada em 2016, a ONG realiza expedi\u00e7\u00f5es em cinco pontos do rio, al\u00e9m de rodas de conversa em escolas e atividades para ocupar espa\u00e7os ociosos nas margens do Tucunduba. Com essas pr\u00e1ticas, uma das cofundadoras do projeto, a ocean\u00f3grafa Micaela Valentim, acredita que a rela\u00e7\u00e3o das pessoas com o rio e a cidade pode melhorar.<\/p>\n<p>\u201cA gente acredita que voc\u00ea s\u00f3 ama alguma coisa se voc\u00ea conhece, ent\u00e3o o que a Ame faz \u00e9 levar essa informa\u00e7\u00e3o sobre as \u00e1guas urbanas da cidade. E, a partir desse momento, despertar esse sentimento de pertencimento com o rio e motivar que as pessoas comecem a cuidar dele\u201d, afirma Micaela.<\/p>\n<p><strong>Expedi\u00e7\u00e3o Tucunduba: do Marco ao Campus da UFPA, no Guam\u00e1.<\/strong><\/p>\n<p>A \u00faltima expedi\u00e7\u00e3o para conhecer o rio ocorreu no dia 21 de novembro, de 2017, percorrendo os cincos bairros que comp\u00f5e a bacia hidrogr\u00e1fica do Tucuncuba: Marco, Canudos, Terra Firma, Guam\u00e1 e Universit\u00e1rio.<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" data-attachment-id=\"3113\" data-permalink=\"https:\/\/radio.ufpa.br\/index.php\/ufpa-noticias\/tucunduba-o-rio-fragmentado\/attachment\/001\/#main\" data-orig-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/radio.ufpa.br\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/001.jpg?fit=4608%2C3072&amp;ssl=1\" data-orig-size=\"4608,3072\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;10&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;NIKON D3100&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1511168857&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;38&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;800&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0.0025&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;1&quot;}\" data-image-title=\"001\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-medium-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/radio.ufpa.br\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/001.jpg?fit=300%2C200&amp;ssl=1\" data-large-file=\"https:\/\/i0.wp.com\/radio.ufpa.br\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/001.jpg?fit=1024%2C683&amp;ssl=1\" class=\"wp-image-3113 alignleft\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/radio.ufpa.br\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/001.jpg?resize=401%2C268&#038;ssl=1\" alt=\"\" width=\"401\" height=\"268\" srcset=\"https:\/\/i0.wp.com\/radio.ufpa.br\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/001.jpg?w=4608&amp;ssl=1 4608w, https:\/\/i0.wp.com\/radio.ufpa.br\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/001.jpg?resize=300%2C200&amp;ssl=1 300w, https:\/\/i0.wp.com\/radio.ufpa.br\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/001.jpg?resize=1024%2C683&amp;ssl=1 1024w, https:\/\/i0.wp.com\/radio.ufpa.br\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/001.jpg?w=2400&amp;ssl=1 2400w, https:\/\/i0.wp.com\/radio.ufpa.br\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/001.jpg?w=3600&amp;ssl=1 3600w\" sizes=\"auto, (max-width: 401px) 100vw, 401px\" \/>O roteiro come\u00e7a no Marco, onde uma das nascentes do rio Tucunduba est\u00e1 preservada atr\u00e1s das grades de uma mans\u00e3o de 600 metros quadrados. A resid\u00eancia fica na travessa Angustura, entre as avenidas Almirante Barroso e Jo\u00e3o Paulo II. A inclina\u00e7\u00e3o das travessas nesse per\u00edmetro indica a presen\u00e7a de um rio, j\u00e1 que a nascente se forma das \u00e1guas que escorrem dos pontos mais altos, mas o Tucunduba quase j\u00e1 n\u00e3o pode ser visto em sua totalidade. Da nascente, o Tucunduba segue por debaixo de casas at\u00e9 ressurgir no polu\u00eddo canal da Angustura.<\/p>\n<p>A pr\u00f3xima parada da expedi\u00e7\u00e3o \u00e9 no bairro de Canudos. O canal da Cipriano Santos \u00e9 um dos afluentes do rio Tucunduba e tamb\u00e9m est\u00e1 totalmente transformado pela a\u00e7\u00e3o humana. Suas margens viraram concreto e asfalto. A \u00e1gua de colora\u00e7\u00e3o cinza quase n\u00e3o corre mais. Mesmo que o rio esteja ali, vis\u00edvel, \u00e9 como se j\u00e1 n\u00e3o existisse, e a sensa\u00e7\u00e3o de estar no que seriam as suas margens \u00e9 a mesma de estar diante de um morto.<\/p>\n<p>A expedi\u00e7\u00e3o segue at\u00e9 uma ponte na avenida Celso Malcher, no bairro da Terra Firme. Ali, no lugar de concreto e ruas, h\u00e1 moradias que chegam a invadir o leito do rio. A colora\u00e7\u00e3o da \u00e1gua \u00e9 preta. A margem do rio est\u00e1 livre em um pequeno trecho pr\u00f3ximo \u00e0 ponte. Nesse espa\u00e7o, o projeto Ame o Tucunduba mant\u00e9m uma horta comunit\u00e1ria e realiza atividades culturais como forma de manter viva a rela\u00e7\u00e3o dos moradores com o rio.<\/p>\n<p>Na pen\u00faltima parada, a expedi\u00e7\u00e3o chega \u00e0 fronteira do bairro Terra Firme com o bairro Guam\u00e1. Nesse ponto, o rio ainda \u00e9 naveg\u00e1vel. Algumas embarca\u00e7\u00f5es chegam trazendo produtos. Tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel ver o andamento das obras de macrodrenagem da bacia do Tucunduba. Desde que o projeto foi lan\u00e7ado em 1998, j\u00e1 sofreu diversas altera\u00e7\u00f5es e ficou parado entre os anos de 2005 e 2016. O plano inicial previa uma integra\u00e7\u00e3o maior entre a popula\u00e7\u00e3o e o rio, com \u00e1reas de lazer e arboriza\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o h\u00e1 nada disso na obra atual.<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\" alignright\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/radio.ufpa.br\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/Web006.jpg?resize=401%2C267&#038;ssl=1\" width=\"401\" height=\"267\" \/><\/p>\n<p>O estudante de Engenharia Sanit\u00e1ria e Ambiental, La\u00e9rcio Rosa, ainda era crian\u00e7a quando teve a casa remanejada das margens do rio por conta das obras de macrodrenagem. Desde ent\u00e3o, a paisagem e o Tucunduba mudaram bastante, relembra o estudante. \u201cEu era crian\u00e7a e enxergava o rio como uma forma de lazer. Eu pescava com o meu irm\u00e3o, com meus primos. A gente soltava barquinho nos rios, ficava puxando com linha. E os colegas tomavam banho no rio, que a gente sempre chamou de igarap\u00e9. Tinha mais essa fun\u00e7\u00e3o de lazer\u201d.<\/p>\n<p>Para La\u00e9rcio, essas atividades soariam estranhas atualmente por conta das transforma\u00e7\u00f5es no rio. \u201cO rio se modificou, modificou a estrutura, modificou o uso, a forma de acesso. Antigamente, era uma coisa imediata, eu descia pra parte de baixo de casa e, pronto, j\u00e1 tava l\u00e1. Hoje o rio j\u00e1 n\u00e3o tem mais essa fun\u00e7\u00e3o de lazer, pelo menos n\u00e3o como antes\u201d, acredita La\u00e9rcio.<\/p>\n<p><img data-recalc-dims=\"1\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" class=\"alignleft\" src=\"https:\/\/i0.wp.com\/radio.ufpa.br\/wp-content\/uploads\/2017\/12\/3.jpg?resize=401%2C267&#038;ssl=1\" width=\"401\" height=\"267\" \/>A expedi\u00e7\u00e3o Tucunduba termina na Universidade Federal do Par\u00e1, onde o rio se encontra com o rio Guam\u00e1. \u00c9 um cen\u00e1rio bonito. As \u00e1rvores que ocupam as margens formam um t\u00fanel verde e o rio parece menos polu\u00eddo. O servidor p\u00fablico Norberto Marques acredita que a partir de a\u00e7\u00f5es de conscientiza\u00e7\u00e3o dos problemas ambientais \u00e9 poss\u00edvel mudar a realidade dos rios urbanos. \u201cMudar principalmente a consci\u00eancia que a gente tem em rela\u00e7\u00e3o ao meio ambiente, ter uma percep\u00e7\u00e3o diferenciada do nosso comportamento em rela\u00e7\u00e3o ao meio ambiente \u00e9 um dos resultados dessa expedi\u00e7\u00e3o\u201d, considera Norberto.<\/p>\n<p>Da nascente at\u00e9 a foz, o rio Tucunduba se fragmenta de diversas maneiras. Em certos pontos, perde totalmente o contorno. Torna-se reto, domesticado. Em outros, as moradias d\u00e3o forma \u00e0s suas margens. No \u00faltimo trecho, na Universidade Federal do Par\u00e1, \u00e9 poss\u00edvel imaginar como o rio poderia ser caso n\u00e3o tivesse sofrido tantas interven\u00e7\u00f5es. E, assim, o Tucunduba continua, insistindo em correr at\u00e9 a sua foz, apesar de tudo.<\/p>\n<p>Reportagem: Leonardo Rodrigues<br \/>\nFotos: Danyllo Bemerguy<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p> &#8230; <a title=\"Tucunduba, o rio fragmentado\" class=\"read-more\" href=\"https:\/\/radio.ufpa.br\/index.php\/ufpa-noticias\/tucunduba-o-rio-fragmentado\/\" aria-label=\"Read more about Tucunduba, o rio fragmentado\">Ler mais<\/a><\/p>\n","protected":false},"author":6,"featured_media":3104,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"_exactmetrics_skip_tracking":false,"_exactmetrics_sitenote_active":false,"_exactmetrics_sitenote_note":"","_exactmetrics_sitenote_category":0,"_monsterinsights_skip_tracking":false,"_monsterinsights_sitenote_active":false,"_monsterinsights_sitenote_note":"","_monsterinsights_sitenote_category":0,"_uf_show_specific_survey":0,"_uf_disable_surveys":false,"jetpack_post_was_ever_published":false,"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","enabled":false},"version":2}},"categories":[696],"tags":[],"class_list":["post-3094","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-ufpa-noticias"],"acf":[],"yoast_head":"<!-- This site is optimized with the Yoast SEO plugin v25.1 - https:\/\/yoast.com\/wordpress\/plugins\/seo\/ -->\n<title>Tucunduba, o rio fragmentado - Radio Web UFPA<\/title>\n<meta name=\"robots\" content=\"index, follow, max-snippet:-1, max-image-preview:large, max-video-preview:-1\" \/>\n<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/radio.ufpa.br\/index.php\/ufpa-noticias\/tucunduba-o-rio-fragmentado\/\" \/>\n<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n<meta property=\"og:type\" content=\"article\" \/>\n<meta property=\"og:title\" content=\"Tucunduba, o rio fragmentado\" \/>\n<meta property=\"og:description\" content=\"A import\u00e2ncia do rio Tucunduba \u2013 ou igarap\u00e9, como \u00e9 conhecido afetivamente \u2013 pode ser medida pela quantidade de moradias que ocupam as suas margens. \u00c9 f\u00e1cil entender o motivo: grandes cidades surgem ao redor de rios. 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