Mangues da Amazônia

Mangues da Amazônia

“UFPA Ensino – Mangues da Amazônia”

UFPA Ensino

Rádio Web UFPA

O projeto socioambiental Mangues da Amazônia é o destaque desta edição do UFPA Ensino. No programa, a jornalista Elissandra Batista conversa com a publicitária e coordenadora de comunicação Raynéia Machado, que destaca a importância da educação ambiental para a preservação do meio ambiente amazônico.

Com esse objetivo, desde 2021, o Mangues da Amazônia trabalha para a recuperação e conservação de manguezais em reservas extrativistas do Pará, com foco nos municípios de Augusto Corrêa, Bragança e Tracuateua. A iniciativa é realizada pelo Instituto Peabiru e Associação Sarambuí, com o apoio do Laboratório de Ecologia Manguezal da Universidade Federal do Pará (LAMA), e patrocínio do programa Petrobrás Socioambiental.

De acordo com Raynéia, a atuação do projeto é norteada por três eixos principais: pesquisa, educação ambiental e reflorestamento. Assim, o Mangues da Amazônia envolve às comunidades dos municípios polos para somar os saberes tradicionais dessas populações com o saber cientifico, por meio de ações como o Clube do Recreio, o Clube de Ciências e o Promangue. Iniciativas que fortalecem a relação de crianças, jovens e adultos com a natureza e despertam um olhar para as questões ambientais, para o saber científico e cultural.

“No Clube de Ciências, o objetivo é a iniciação cientifica para crianças de 10 a 12 anos, que apreendem brincando sobre a fauna e a flora do manguezal, além da atividade do pesquisador, como é que o cientista coleta suas amostras, como ele leva para laboratório até chegar à divulgação desse conhecimento”, destaca Raynéia Machado.

Nesse processo, a publicitária destaca ainda a importancia do aprendizado e troca de conhecimento entre os pesquisadores e as comunidades locais. “A gente percebe que essas crianças já conhecem muita coisa de mangue. Então a gente faz com que elas entendam a ciência através do conhecimento já adquirido. Por exemplo, as crianças sabem o que é uma Siribeira, o que elas não sabem e a gente explica é que a Siribeira é o mangue preto, é a árvore sem a germina, que tem determinada característica, tipo de raiz, tipo de folha, forma de utilização pela comunidade e que está sob ameça”.

Além disso, para incentivar a educação ambiental nas escolas, a equipe do projeto dsenvolveu o jogo didático denominado “Protetores do Mangue”, que aborda a fauna e flora dos diversos tipos de manguezais, especialmente dos mangues branco, vermelho e preto. No game, a garça Gretta vive na feira do Ver-o-Peso, onde também trabalha na limpeza do local.

Um belo dia, Gretta é supreendida pela invasão de vários seres do mangue, como caranguejos e tralhotos, pedindo ajuda para limpar os manguezais dominados pelo lixo produzido por humanos. E para devolver a casa limpa para os animais, Gretta conta a participação dos jogadores que, ao responderem corretamente perguntas sobre a fauna e flora dos mangues amazônicos, vão avançado no jogo até retirarem todo a sujeira do ambiente natural.  

Raynéia comenta ainda que “o Protetores do Mangue faz parte de um universo de materias didáticos que nós desenvolvemos e com ele a gente utiliza a tecnologia para falar da conservação dos manguezais para um público muito especifico cada vez mais adepto dos meios tecnologia, que são as crianças de 7 a 12 anos”.  

Para saber mais sobre o game Protetores do Mangue e ficar por dentro de todas as ações do projeto Mangues da Amazônia, não perca esta edição do UFPA Ensino.

Apresentação: Elissandra Batista

Produção e Roteiro: Lívia Leoni

Gravação e Montagem: João Nilo e Denize Ramos

Edição e supervisão: Elissandra Batista

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